Livraria Virtual

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23.8.17

Prélude à l'après-midi d'un faune (Prelúdio à tarde de um Fauno)

Assisti ao filme Pedro Malasartes e o Duelo com a Morte e qual minha surpresa ao escutar o Prelude de L'Apres Midi d'un Faune logo de l'experience de l'apres ou presque Mort, ou a experiência de QUASE morte, de Malasartes. Esse personagem do folclore brasileiro nos remete ao Arlequim e a trilha sonora de faroeste me recorda às aventuras e melodiosos temas de Ennio Morricone. Engraçado como tudo está aí. Assim como em meu livro e a supra realidade e superrealismo do aniversariante do dia de ontem (como um preludio mesmo, do que esta por vir, daquilo que antecede o que vem a ser), o compositor francês Claude Debussy. E para resumir um pouco toda essa fantástica viagem ao Universo dos sonhos lúcidos e reais demais para serem tomados à revelia aqui tenho meu livro ARLEQUIM que de Pedro Malasartes há muitos nas estribeiras da vida:

A Ballet I made for Clair de Lune

7.8.17

A misteriosa morte de Marilyn Monroe

Leitura do Livro A Misteriosa Morte de Marilyn Monroe disponivel na Amazon do Brasil: https://www.amazon.com.br/Misteriosa-Morte-Marilyn-Monroe-ebook/dp/B00U4YBFYC

Publicado por Ana Claudia Antunes em Sábado, 5 de agosto de 2017

Amor de Pierrot

Leitura de Amor

Publicado por Ana Claudia Antunes em Segunda, 12 de junho de 2017

3.7.17

Como eu me tornei uma escritora fantasma (literalmente falando!)

No próximo dia 5 de agosto, marcará 55 anos desde aquele dia fatidico quando uma estrela cadente caiu de vez, e foi de curta duração, ou melhor, sua vida foi encurtada. Na verdade, sua luz caiu de forma tão inesperada, e, no entanto, elase tornou tão brilhante que nem mesmo exterminá-la para todo o sempre bem aqui foi o suficiente para acabar com ela totaltamente. Aquela vela estava deslumbrada de iluminar a Terra, ou então assim eles pensavam. Como um raio, ela veio e ela desapareceu da face da Terra. Mas como é que essa luz desapareceria para sempre assim? Bem, na verdade, ela não sumiu. E sim, assumiu aue ela era um deleite aos olhos de muitos e que ela continuaria brilhando. E você sabe agora a luz de quem eu estou falando ... Exatamente, essa bomba, a chama que se chama Marilyn Monroe. Então, uma vez que canalizei aquela energia poderosa, nada poderia impedi-la de me dizer a verdade por trás de tantas vidas que giravam em torno dela. Então, aqui está uma entrevista que eu tive com ela logo depois de ter publicado o livro "A Misteriosa Morte de Marilyn Monroe" e disponível na Amazon do Brasil e unicamente como livro impresso na minha livraria virtual em LULU:

Em primeiro lugar, tenho que lhe dizer que é com imenso prazer que eu consegui fazer essa entrevista com você. Mas primeiro comecemos da pergunta básica: "Quem é voce?"

MM: Oh, estou tão flamejante (risos). Apenas brincando, estou muito lisonjeada. Tenho certeza que será como um delírio!

Eu: Minha primeira pergunta: como se chama?

MM: Hmmm .... (tossindo) Marilyn Monroe

Eu: Não, quero dizer, seu verdadeiro nome ... o que eles deram, que está em seu certificado de nascimen Você não tem um nome dado pela sua família? Digo, mais especificamente, seu sobrenome original??

MM: Bem, que eu posso escolher, com certeza, eu tenho bastante, desde que fui adotada por tantas famílias, antes de me casar e depois me tornei uma estrela de cinema.

Eu: quero dizer, do seu certificado de nascimento.

MM: Mortenson, mas depois peguei o nome de solteira da minha mãe, Monroe. Você sabe, minha mãe era mentalmente instável e lutou para viver como uma mãe solteira após seu divórcio. Na verdade, eu não tinha certeza de quem era meu pai, mas tenho certeza de que Clark Gable seria perfeito para esse papel!

Eu: Precisamente. Isso não ajudou você a ter uma crise de identidade no meio do processo?

MM: Claro que sim, mas eu sou de Gêmeos, e tenho um genio! Eu teria uma gêmea geniosa de uma forma ou de outra. (Risos) Mas mesmo meu lado maléfico me fez visitar a mãe no hospital tanto quanto pude.

Eu: E com tudo isso, sendo adotada e todas as lutas que você teve que travar e os problemas que teve que enfrentar durante um período de tempo em que você mais precisou de apoio. Quero dizer, você não deveria ter que lidar com problemas como esses em uma idade tão terna. Então, como foi a sua infância?

MM: Vá adivinhando... Não foi tão difícil. Mas essa é uma pergunta bastante incomoda para mim e eu realmente não quero falar sobre isso. Digamos que foi tênue.

Eu: Claro. Erro meu.

MM: Não, é só que você está tocando algumas partes sensíveis que eu não quero voltar. Se eu não tiver que voltar ali, por que incomodar agora?

Eu: Você está totalmente certa, senhorita Monroe e peço desculpa por isso.

MM: Não se preocupe, é o seu trabalho, afinal. Você é uma amante da biblioteca e uma escritora liberal, e por sinal bem intelectual com signo Ascendente em Libra que ama a justiça e quer conhecer a verdade, toda a verdade e nada além da verdade?

Eu: Sim, justamente.

MM: Eu também. Mas algumas verdades são melhor deixadas em paz.

Eu. Perfeitamente bem com essa afirmação. Vamos continuar. Você teve amigos, e quero dizer, amigos reais para contar com a sua vida como mega-estrela?

MM: Você sabe, os diamantes são os melhores amigos de uma garota.

Eu: Então vou assumir que você teve alguns bons amigos que valiam a pena, assim como os diamantes que você mencionou.

MM: Hmmm, sim, você pode dizer isso.

Eu: Eu não vou recorrer ao longo da sua carreira porque todos sabem disso já. Mas eu tenho uma pergunta mais que tenho certeza de que algo que todos que sejam seus fãs ou não adorariam saber. O que aconteceu naquela terrível noite e o que (ou quem) a matou? Eu cheiro um rato... Na verdade, um pacote de ratos!

MM: Não, eu não sei o que você quis dizer com ratos, mas, não, não era a máfia. Ou foi? Se eles também estiveram envolvidos, eu realmente não sei. Tudo o que eu lembro era estar no telefone, falar com um amigo meu e depois ouvir alguns passos - E então tudo ficou escuro ... Mas tenho certeza de que você puxou algumas cordas no seu livro. Parabéns!

Eu: Oh, obrigada, isso realmente significa o mundo para mim que você gostou do meu livro.

MM: Eu adoro isso. Isso mostra muito mais do que eu jamais imaginaria quando eu escolhi você para ser minha "ghostwriter".

Eu: Eu não sou uma escritora fantasma como disse, mas mais uma escritora de fantasmas, no sentido literal, e apenas sensível o suficiente para capturar o que você queria revelar. Afinal, você é o fantasma aqui.

MM: Isso mesmo.

Eu: Muito obrigada por ter tido tempo para conversar sobre algumas coisas bastante pesadas. Eu sei que você deve estar bastante ocupada na vida além tumulo. BTW, como é isso?

MM: Uma delícia, amiga ... um delirio de lirio! (Risos)

Eu: Agora, eu quem brilha como um diamante. Estou encantada. Você me chamou de amiga!

3.11.15

Cuba Libre

Un pie en lo alto y otras encerronas. Premio de la Crítica LiterariaUn pie en lo alto y otras encerronas. Premio de la Crítica Literaria by Sindo Pacheco
My rating: 5 of 5 stars

Godofredo Miyares, tratado como un mito aunque fuera vivo todavía, La historia dada como verídica, una verdad a medias y en la medida, un icono, que viene des del inicio a través de una carta personal, apócrifa, escrita por Alma Inés a su hermana que estaba por morirse... a morirse de amor. Es que esa luego recupera su fuerza movida quizá por una actitud ingenua de su hermana mayor. Así Amelia ameliora su estado de torpor y empieza a dibujar nuevas cartas, tras tal suceso, el milagro de las hojas de amor tierno e eterno. El ocurrido y tantas otras historias se desarrollan a ojos vistos, visitados por unas cien o sin cuentas de cuentos, todos muy bien elaborados para echarle a la vista llena de vislumbres miles.

Godofredo ya había se cansado de trabajar como encañador en Cuba, aun que tomaba todas y quería Cuba libre, pero se fue a vivir en Alaska. Su idea no era congelarse a hondo pero hacerse rico el suficiente para tomar como esposa a su amada a medias, Amelia. Después de transcurridos 40 años el no se olvidaría de su amor juvenil. Claro que nada podría ser más lejos de la realidad. La hermana tuvo compasión de ella y pasó a enviar cartas como si pasara por el antiguo amor, incluso imitaba a su estilo militar con sus palabras más rebuscadas. Tres hermanas solas aun que unidas por la pasión con solamente un sueño: Tocar el irreal. El amor surge no en la costura, o la cordura, ni dura ni pura, ni al menos por el fervor o la gordura, meramente por Amelia y su dulzura (o soltura de la soltera) en un viaje por el penthouse (o lo que se supone ser el último piso) del hotel Miramar, mirando el mar, que lo que viene después es un bar en Miraflores, que en un tiempo no muy lejos la gente se emborrachaba de tanto mirar a las flores… Las cartas de Godo (así lo llamaban las mujeres) pasaran a servir como un milagro en el pueblo y la gente lo veía como a una leyenda… aun que una leyenda viva.

El cuento "Habana", le cuento, cuando un león escapa del Zoo, o fue del circo… Poco importa ahora. Lo que es claro es que aquel animal no iba a sosegar hasta que él hiciera del pollo un polo de virtudes. Y la bestia seguía por las calles de Havana. Pero más difícil que domar la bestia seria enfrentar a una bella habanera. Lucia, una luz que luce tan real… como un cuento de cristal, tan frágil y dulce… Un encuentro en fuga, fugaz.

Y luego nos invita a un “Pas-de-Deux”, con Bernabé y Felicia quien era feliz y ni lo sabía. A un Paso de Dios, los dos viven en pie de guerra. El, para distraerse y substraerse al extraer de si mismo algo real, empieza a escribir un cuento que no dura más que una sola línea. Pero es más viva que su vana existencia. Así que para salvar su alma atrae a un personaje que no lo trae y que se hace tan real que sobrepone a su propio creador.

Un cuerpo separado de su cerebro. Cuanto tiempo le sobraría libre de su alma penada o cuanto le restaría por vivir… Le quedaría solamente estar encerrado en sí mismo o enterrado a su propio destino.

Son tantos los cuentos absurdos que hasta parecen normales. En paradojos hay un comprometido sentido de realidad estratosférica en extractos de relatos ricos y caros, en una cara a cara de extrañezas caras. Claro, claras. Plenas sin pena. Poesía hecha en prosa. Profundas historias dichas de manera singular, algunas desdichadas, un sin par de anécdotas impares, dispares y mismo divertidas en notas creativas. Escrita que fluye a los ojos curiosos por adivinar los hechos, que ya no podía resistir la tentación de conocer el gran final. Yo empecé a leer en una noche escura y fría con una lluvia flaca, fina y persistente hasta el fin, cuando terminé la lectura aun acompañada de la lluvia, ahora interna pero intensa, fuerte, caliente y resistente.

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6.9.15

Poemas de las 4 en Punto: Noche Honda, Noche Plana

Podría haber, sin duda alguna, otro poeta que sea capaz de dar vida a una palabra solamente, e que podría escribir diferentes tipos de versos de una sola vez…. Pero escribirlos todos con un desarrollo infinito, una naturalidad que solamente una alma inspirada podría hacerlo, eso sí que es difícil de encontrar. Además que siempre hay aquella duda donde uno se pone a pensar si los poemas se refieren a alguna experiencia que el poeta haya tenido, e es por eso que se cree y se cría una perspectiva subjetiva, a mi me pasa eso, cuando yo escribo acrósticos o poesía concreta y hay que sustraerse de si misma para hacer la desconstrucción de lo que pareciera ser una opción clara de una manifestación formal. Así lo que parece tan fácil hay por tras de todo eso un labor en lo que el mínimo detalle no se le escapa, y de eso se trata la originalidad de la poesía de esa verdadera artista. En sus poemas hay una gracia nata… una manera de expresar y conducir los conceptos más complejos y más bellos del ser humano, de todo lo que ella podría exponer de la vida y su complejidad, de los objetos y sujetos del deseo, de los acosos y los más voluptuosos sucesos. Veamos por ejemplo el poema [Vacío I]:
Leve entonces fueran las palabras, Cuando El se fue.
Como un rechazo de la alma misma adentrando en la poesía hecha de un solo instante, fúnebre, pesaroso, sin correr pero igual corriendo el riesgo de quedarse sin la sangre ya que de uno flechazo se deshace el cacho en el corazón, pero él se queda atrapado y ya casi listo a romperse. Toda la tristeza que se hace todavía mas fuerte desde el principio cuando se refleja con la declaración de amor, donde El con la letra E mayúscula ya se refiere a alguien mucho más poderoso que las palabras, que de ligeras y sin leyenda ya casi se callan. Y el vacio que se acerca por fin, cuando no hay nadie más, ni más nada a decir por fin.



Sin duda una obra literaria de mucha sensibilidad y inteligencia. Así se nota en los Poemas Antiguos: Ser de Hiel. La clareza de calidad en sus versos y dan real valor a las palabras que ganan vida en cada línea, donde la esencia misma se hace franca o flaca al que se le pone garras y igual se le desgarra de la surrealidad, en el más allá del surrealismo, moldando y dando plena consciencia a la voz del poeta. Y cuando de allí se juntan dibujos y ilustraciones hechas por la propia autora y a mano, que son además ricos de contenido a cada trazo, entonces no hay mas nada a decir sino contemplar la belleza de las palabras en un libro de poemas del más puro candor.

(Poema de las 4 em Punto disponible en Amazon Kindle: AQUI)