30.3.15
A Misteriosa Morte de Marilyn Monroe agora em livro impresso!
Como uma pérola é formada? Que tal uma bomba?? Elas são formadas de forma tão natural que nós nem temos nenhuma pista sobre como seria mesmo a partir de um grão de areia ou qualquer outro objeto irritante para que se produza a perfeição. Então isso serve para alguns trabalhos de investigação que bordeiam aos recursos jornalísticos.
Meu livro mais recente que eu acabei de publicar no site da Amazon (agora disponível em versão impressa na minha Livraria Virtual e logo na Barnes & Noble e outras grandes lojas varejistas) "A misteriosa Morte de Marilyn Monroe" tem um tema muito sensível porque isso nos toca até hoje, sobre a teoria das conspirações que permanece até os dias atuais. Eu também falo sobre o assassinato de JFK e muitas outras questões mais que herdamos com a guerra fria. Então, eu estava com medo de deixar tudo isso fora em aberto. Naquela época, eu estava completamente paralizada, parei de escrever e isso não tinha nada a ver com o bloqueio de escritor. Eu estava simplesmente negando o fato de que eu estava com muito medo de deixar que os assuntos sujeitos a cabo chegassem à luz. Meu pai então me perguntou por que eu parei de escrever, e eu lhe dei muitas desculpas ... mas ele me conhece muito bem, então ele disse: "Você está com medo do que as pessoas possam pensar sobre isso." Essa resposta me tocou muito profundamente. Mas eu ainda estava em negação. Eu não conseguia descobrir exatamente o motivo pelo qual eu tinha parado com o livro. Então eu comecei a escrever outros livros com muito mais disciplinas "light", o que foi muito bom desde que alguns exemplares foram vendidos logo depois que eu os publiquei. Foi depois de todos esses anos que eu me senti confortável para dar as pinceladas finais para esse livro e lá está ele, pronto e na vida de muitas pessoas agora. Eu estou tão feliz que eu finalmente desisti de lutar e escutei as sábias palavras de meu pai. Ele sabia mais do que eu. Eu estava com medo do que as pessoas pudessem pensar das coisas que eu escrevi no livro. Mas agora eu estou ok com isso, pois agora eu sei que se eu não colocasse este livro reservado lá fora, ninguém jamais iria fazer, e as pessoas não sabem sobre as coisas que eu digo lá. Eu nunca usei um pseudônimo, nunca me senti bem com isso se se ocultar sob outro titulo ou personalidade, sempre fui muito fiel com meu carater e minha vida em geral, entao, só criei um trocadilho como "Ana Bowlova", pois às vezes eu sinto pois que gosto de "bow" ou seja, eu me curvo para fazer reverência à vida e também para balancear mais as coisas... vai entender. Este livro teve muitos giros e voltas até que eu senti ok para poder avançar para deixá-lo respirar e ver a luz, e eu o escrevi no final de 2011. E você pode realmente verificar que é verdade com um trailer que eu fiz então que você pode ver no meu canal do youtube aqui como Misterioso Assassinato de MM com closed captions em Inglês e Espanhol (e sim, eu estava definitivamente com a minha visão de torná-lo um tipo de documentário ou filme de longa duraçao ou mesmo transformá-lo em um curta). Era um projeto que eu estava desenvolvendo com outro escritor de Mistério / Suspense em uma oficina de escrita e tivemos de falar sobre as coisas que aconteceram 50 anos antes do próximo ano e que seria o ano de 1962. Então, na minha pesquisa descobri sobre tantas coisas que aconteceram em seguida, e foi uma revolução acontecendo na minha cabeça. Muitas coisas que não foram reveladas ou nunca foram realmente sendo muito estudadas, isso era tudo muito suspeito. Então eu dividi os temas e decidi compartilhar ideias para escrever o livro. Mas por algum motivo estranho (que eu só posso concebê-lo agora como um tipo de medo) uma sensação de deixar as pessoas lerem os meus próprios pensamentos que me congelou por cerca de três anos. Eu escrevi muitos outros livros, entretanto, não havia realmente uma lacuna lá, então eu não posso nem chamar isso de um bloqueio do escritor (eu realmente não tenho ideia do que isso significa, para mim ideias surgem na minha cabeça o tempo todo) de modo que não era mesmo o problema de terminar o livro. A coisa era muito mais profunda. Foi esse sentimento de ser rejeitada que eu mencionei acima, eu estava simplesmente com medo do que as pessoas iriam pensar das minhas palavras, do meu trabalho, enfim, das coisas que eu estava revelando lá. Mas ei, isso foi apenas no final de 2014, quando eu decidi dar os últimos traços e "pixeladas" para terminá-lo e voila:
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21.10.14
"A Economista"
Em termos de politica conseguimos deixar o Brasil igual aos Estados Unidos, ou seja, dividido. Pena que na parte economica ele não se equipara e volta a crescer de maneira mais sustentável. Mas se você acredita na nossa economia faça como os americanos que cunham sua crença em sua própria moeda: "In God we trust" , e o resto que se "lixo"! Se eles só acreditam no lá de cima é porque já cansaram de tentar acreditar nos daqui debaixo. E se você é uma pessoa sensata (e eu acredito que sim, se você está lendo o meu blog) você não vai querer ficar copiando o modelo dos outros, sabendo que o seu país precisa de mudanças e não se atarantar ao tratar de fazer o mesmo que foi feito antes ou imitar aquilo que se faz em outro lugar. Porque o Brasil é enriquecido de uma diversidade impar e é cego quem não admitir que a gente precisa apregoar uma nova politica e abordar um novo tema economico para progredir ainda mais. Parece que estou fazendo discurso de candidato para presidente. Pois ainda não me candidatei, e nem pretendo me candidatar no futuro a não ser que o modelo e as práticas que aqui prevalecem possam ser agora reestruturadas. Tanto o candidato tucano Aécio (Ah, é isso!) quanto a atual presidente Dilma do PT tratam o Brasil em baciada, parece uma feira de agressoes, de tapas a beijos diretos, malfadados ou enfadonhos, provocados pela secura de ideias e ideais, inflamados por um ensejo de poder, pondo fogo em tudo, em um incêndio florestal sem precedentes e que atinge todo o país (mesmo literalmente) o que assola ainda mais a nossa confiança em um Brasil Real. A não ser que os discursos sejam mais paliativos e menos apelativos, não há como a gente se acertar. O mundo inteiro nos olha como uma incógnita. Eles reconhecem a nossa potência mas nos veem como incompetentes. Vide a capa da versão latino-americana da revista inglesa "The Economist" da semana passada que eu fiz questão de fazer alusão em meu quadro, e sem ilusão, digo que se as frutas que estão no turbante que carrega a cabeça da Carmem Miranda ja passou da validade, no nosso Brasil, lindo pela propria natureza em que tudo se transforma e que faz reciclagem desse "lixo" todo (inclusive da revista)e esses bichinhos que ai estão a estampar a capa do "The Economist" não faz a vergonha de uma nação, não, pois ilustra muito bem como funciona a natureza, os insetos que parecem corroer nosso sistema são apenas larvas, lagartas que ainda irão se transformar em lindas borboletas. E sou testemunha disto!
Tamanha economia abordada de maneria tão irrisória só poderia mesmo levar às risadas, e aos risos e à guiso dos mais desavisados. Mas não se avexe, porque o Brasil não faz vexame. O gigante apenas adormeceu mais uma vez, mas incubado em seu interior há uma força esperando para se revelar. E ela habita na educação de primeira linha, na infra-estrutura, no comércio e, principalmente, na maneira ativa (altiva) e brilhante com que essa gente brasileira desperta todo dia. E para esse povo maravilhoso que eu conclamo: Vamos abrir as asas e despertar. A hora é essa, a gente precisa rodar essa maquina à todo vapor, entrar em cena, e mostrar o que podemos e como podemos! Precisamos reciclar! Ignorar o fato que necessitamos urgente de uma economia auto-sustentavel, verde e diversificada agravaria ainda mais a situação politica. A politica e a economia devem andar de maos dadas. os poderes e o povo devem se saudar e se salvar e não se safar. Chega desse lero-lero, o jeitinho brasileiro não tem mais vez, agora não se pode dar mais jeitinho, tem que fazer o que deve ser feito e pronto... ponto! Chega de meias verdades ou de mentiras ainda maiores.
Basta! BXsta por bXsta, prefiro fazer uma aposta a dar de costas. Mas para não cometer um crime eleitoral e fazer um equivoco, entao aviso: Não desperdiço o meu voto: Voto em branco ou voto nos dois porque tanto faz quem vai sair bem nessa missão, se o que eu quero é ver meu Brasil campeão!
Una foto publicada por Ana Claudia Antunes (@anabowlova) el
Basta! B
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16.10.14
Desigualdade
Boas notícias com as crianças no bloco: A ativista pelos direitos das meninas de ter educação, a paquistanesa Malala ganhou recentemente o prêmio Nobel dando esperança sobre a desigualdade de gênero que paira sobre as mulheres ao redor do mundo.
Malala foi baleada por desafiar a autoridade de um tipo de censura e esforço político para proibir as mulheres de frequentar a escola. São mulheres que com medo deixam de poder fazer parte das atividades sociais e políticas, tornando dificil as mudanças em um sistema patriarcal e eles acham que fazendo isso deixam as mulheres de fora de seus direitos humanos o que vai diminuir o seu poder na sociedade. Será que qualquer um desses homens no poder sabe que se não fosse pelas mulheres eles jamais existiriam?
É hora de acabar com este e muitos outros tipos de desigualdades absurdos neste mundo. Com a globalização, não há mais espaço para esse tipo de mentalidade feudal. O planeta está tão interligado hoje em dia que uma crise de saúde em ameaças na África Ocidental pode contagiar a todo o mundo ocidental com um surto de Ebola. Mas não devemos pensar no mundo como subdivididos em categorias, os países mais pobres, regiões sociais e econômicas menos avançadas, a alta sociedade, um vizinho pobre e menos pesos fornecidos, PIB baixo, ou alto, fundo monetario, moratoria e todos esse termos horrendos que insitem em nos dividir em devedores e credores, endividados e livres para viver, mundo subdesenvolvido, etc, etc Porque nós, como planeta somos um.
Nada diz mais sobre a desigualdade do que pobres e ricos. Mas a felicidade vai além da crise econômica. É uma disposição interior que não tem nada a ver com o econômicos, com desigualdades sociais e de gênero. E tem tudo a ver com uma razão ulterior de uma força interior, um impulso, para ser feliz e ajudar os outros a encontrar o seu caminho para a felicidade. É por isso que eu escrevi o livro "Felicidade de A a Z". Encontrar a sua felicidade em verdadeira igualdade e de grande qualidade só pode beneficiar os outros, ajudando o mundo a ser mais igual um passo de cada vez.
Tambem disponivel em ingles como "A-Z of Happiness".
Se continuarmos a ter essa mentalidade de nós contra eles, de luta contra a pobreza global isso tudo vai fazer a gente perder a linha de pensamento que pode nos levar a uma realidade mais clara. E eu não dou ponto sem nó, não sou sem noção. Claro que os problemas estão todos boaindo pra todo mundo ver, mas todos ficam boiando sem saber resolver isso. Por exemplo, aqui no Brasil, onde a desigualdade teve uma proporção tão desequilibrado que as pessoas ricas vivem encapsuladas em sua própria casa e vivem lado a lado com favelados, e as pessoas ricas têm que ficar literalmente presas dentro de sua própria mansão, pois corre o risco de ser assaltado ou pior ainda, sendo assassinado pois que as favelas facilitam a fuga dos assaltantes, e se eles puseram os pés ao ar livre fatal poderia resultar. A desigualdade tornou-se uma faca de dois gumes. E por que a desigualdade existe? Na Índia, além do planalto econômico ainda vemos a crise na sociedade. Há também as questões religiosas. No Brasil, a desigualdade tem algumas semelhanças e, embora seja bastante ambíguo é claro que a desigualdade vem de outras coisas que a tornam muito igual. Mas do significado no outro lado da escala há um fator que distorce profundamente essa equação tornando-se bastante insuportável ver os fatos. Mas a verdade é que, enquanto nós lutamos para mudar estas questões tão controversas as coisas são de uma forma muito geral e a melhoria leve e pouco substancial. No Brasil, a pobreza está diminuindo e é graças a uma mudança política na forma como as coisas foram tratadas, não tanto a partir de uma mudança política global, mas sim da iniciativa privada que gerou uma avalanche de projetos e perspectivas. Como um bom resultado que se assemelha em um processo de continuar igual a um melhor resultado em um efeito exponencial, as chances são de que as mudanças vão acontecer de forma feliz cmo uma ciranda. Mas ainda vemos muita desigualdade em locais onde questões como educação e violência, saúde e moradia, transporte etc devem já deveriam ter sido resolvidos se nós vemos que a pobreza está diminuindo. Mas a desigualdade ainda desempenha um papel importante, porque, vamos enfrentá-lo: não está acontecendo de ninguém estar menos pobres ou pessoas menos ricas e que poderia desaparecer a desigualdade para o bem. Não podemos e não devemos dividir o mundo em ricos e pobres. Isso só agrava o problema. O problema aqui não é quantas pessoas ou países no mundo têm falta de educação, ou moradia, uma renda decente, ou o que diferencia o que é viver com dignidade e quem está vivendo com a quantidade digna de dinheiro. É a nossa maneira de pensar em desigualdade que precisamos mudar. Não somos nós contra, ele X ela, um time contra outro, um versus... Mas somos o UNIiverso, juntos como um só, sem desigualdade significa que não quer dizer que podemos ser diferentes das outras pessoas, que não são diferentes do que o nosso vizinho, um país não pode diferir de outro, se todos eles vivem no mesmo planeta, se respiramos o mesmo ar, e nos alimentamos a partir do mesmo oceano, e dependemos da mesma fonte. Não há desigualdade e ponto. Pensando desse jeito pode soar um tanto tolo, eu sei, e mesmo utópico. Não há nenhuma maneira de ver a desigualdade se não vê-la como inexistente. Porque se nós devemos ver a realidade como ela é, a desigualdade não pode ser. Uma vez que todos nascemos iguais e os direitos humanos são acessíveis a todos e não só alguns, não haverá tal coisa como a desigualdade.
18.9.14
5.5.14
19.10.13
Homenagem a Vinicius de Moraes
Mas que amor de cachorrinho!
Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Onde eu possa fazer carinho?
Eis-me aqui a cantar a musica em homenagem aos cem anos de nascimento de Vinicius de Moraes. Nos anos de bossa nova, enquanto Vinicius trabalhava de vice-cônsul e embaixador cultural, muitos o criticaram. Mas também na época da Ditadura pouco se podia falar e, com alguém com tantas virtudes como o nosso grande poeta, ficava difícil manter a boca fechada, e vexado ele nunca foi, mas apaixonado sempre sera. Então que seja eterno enquanto dure, Vinicius!! Tenho certeza que eu aprendi a compor e cantar antes de falar. Também não era por menos, com uma família doce, a "la do-re", "pra mi fai sol", papai no violão, mamãe a cantarolar umas notas, e a acalorar nossas tardes, a minha irma sopranissima de Opera House, não havia como não fazer meus primeiros batuques no xilofone estridente, mas que eu tratava inutilmente de faze-lo mais harmônico, e depois não poderia deixar de dedilhar em meu piano de brinquedo que ganhei do meu tio, e minha família finalmente pode desfrutar de um som mais suave. E, com apenas três anos, compus minhas primeiras cantigas. Talvez para me fazer ninar, já que era a caçulinha, e as vezes era deixada de lado por ser tao pequenina e frágil. E havia umas duas canções que meu pai tocava no violão, e uma delas era da casa engraçada (e vejam só que era de Vinicius e eu já dormia com ele em meus sonhos e nem sabia). E era assim:
"Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada...
E depois meu pai cantava tudo de novo substituindo as vogais, "Ara ama casa maata angracada, naa tanha tata naa tanha nada..." E "Ere eme cese meete engrecede, nee tenhe tete, nee tenhe nede..." E isso foi um bom treino mental e de ritmo, e a gente se divertia e estudava ao mesmo tempo e,o que era melhor, sem perceber.
E havia outra musica que ele cantava antes de eu dormir que eu repetia como um mantra: Boi, boi, boi, boi da cara preta..." E outra do Vinicius, "Lá vem o pato Pata aqui, pata acolá. Lá vem o pato Para ver o que é que há!" E ahi então eu nem conseguia fechar o olho, com o zoológico inteiro na minha imaginação era logico que eu só pensava em contar carneirinhos só para o boi dormir. Fui, então, como Vinicius, criada entre música, sons, sussurros e suspiros. Minha irmã e meu irmão tentavam alguns acordes no violão do meu pai que sempre tocou piano que aprendeu com a minha avó que era professora de piano, e ambos tocavam divinamente. Pai, pai, pia, piano, pianíssimo!! Que bons tempos... e grata lembrança. Mas os anos se passaram, e meu amor pelo piano foi levado ao ritmo e ao movimento, que foram crescendo desde sempre e tao naturalmente em mim, e a dança passou a ser minha nova paixão. Mas para encerrar o refrão, cito Vinicius como se ele falara por mim:
"Meu pai também tocava violão, cresci ouvindo música. Depois a poesia fez o resto." Como diz sua própria musica, a vida não gosta de esperar...
Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Onde eu possa fazer carinho?
Eis-me aqui a cantar a musica em homenagem aos cem anos de nascimento de Vinicius de Moraes. Nos anos de bossa nova, enquanto Vinicius trabalhava de vice-cônsul e embaixador cultural, muitos o criticaram. Mas também na época da Ditadura pouco se podia falar e, com alguém com tantas virtudes como o nosso grande poeta, ficava difícil manter a boca fechada, e vexado ele nunca foi, mas apaixonado sempre sera. Então que seja eterno enquanto dure, Vinicius!! Tenho certeza que eu aprendi a compor e cantar antes de falar. Também não era por menos, com uma família doce, a "la do-re", "pra mi fai sol", papai no violão, mamãe a cantarolar umas notas, e a acalorar nossas tardes, a minha irma sopranissima de Opera House, não havia como não fazer meus primeiros batuques no xilofone estridente, mas que eu tratava inutilmente de faze-lo mais harmônico, e depois não poderia deixar de dedilhar em meu piano de brinquedo que ganhei do meu tio, e minha família finalmente pode desfrutar de um som mais suave. E, com apenas três anos, compus minhas primeiras cantigas. Talvez para me fazer ninar, já que era a caçulinha, e as vezes era deixada de lado por ser tao pequenina e frágil. E havia umas duas canções que meu pai tocava no violão, e uma delas era da casa engraçada (e vejam só que era de Vinicius e eu já dormia com ele em meus sonhos e nem sabia). E era assim:
"Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada...
E depois meu pai cantava tudo de novo substituindo as vogais, "Ara ama casa maata angracada, naa tanha tata naa tanha nada..." E "Ere eme cese meete engrecede, nee tenhe tete, nee tenhe nede..." E isso foi um bom treino mental e de ritmo, e a gente se divertia e estudava ao mesmo tempo e,o que era melhor, sem perceber.
E havia outra musica que ele cantava antes de eu dormir que eu repetia como um mantra: Boi, boi, boi, boi da cara preta..." E outra do Vinicius, "Lá vem o pato Pata aqui, pata acolá. Lá vem o pato Para ver o que é que há!" E ahi então eu nem conseguia fechar o olho, com o zoológico inteiro na minha imaginação era logico que eu só pensava em contar carneirinhos só para o boi dormir. Fui, então, como Vinicius, criada entre música, sons, sussurros e suspiros. Minha irmã e meu irmão tentavam alguns acordes no violão do meu pai que sempre tocou piano que aprendeu com a minha avó que era professora de piano, e ambos tocavam divinamente. Pai, pai, pia, piano, pianíssimo!! Que bons tempos... e grata lembrança. Mas os anos se passaram, e meu amor pelo piano foi levado ao ritmo e ao movimento, que foram crescendo desde sempre e tao naturalmente em mim, e a dança passou a ser minha nova paixão. Mas para encerrar o refrão, cito Vinicius como se ele falara por mim:
"Meu pai também tocava violão, cresci ouvindo música. Depois a poesia fez o resto." Como diz sua própria musica, a vida não gosta de esperar...
16.10.13
Direitos Humanos
Qual a origem da misoginia, a xenofobia e homofobia? Por que ainda se pratica tanta violência contra as mulheres e os homossexuais? Por que o feminino se dispõe a ser tão amedrontador, ameaçador e submetido a tantos martírios? E por que as Amazonas foram consideradas lendas ao invés de serem defendidas e definidas no contexto histórico como libertadoras e emancipadoras da alma? Se seus contos e façanhas foram banidos ou punidos, abafados pela sociedade e pelo poder, mas embutidos na psique humana sobrevivem até hoje. O livro que acabo de publicar na Amazon do Brasil aborda a conscientização da natureza histórica que tanto contribui para a perpetuação da desigualdade e do papel do homem e da mulher na sociedade gerando por sua vez um desvirtuamento de poder, de valores e de princípios que geram a violência.
"Memórias de uma amazona” é um relato sobre vidas passadas revelando mistérios e se resvalando sobre o reino do imaginário que desafia a humanidade para a visão de uma sociedade livre de preconceitos para a erradicação da raiz de problemas um tanto complexos. E que essa visão tanto beneficiaria a chegada de um tempo de paz entre tanta discórdia e desentendimento que aflige o mundo atual. Então, falar de direitos humanos, há um monte de erros para fazer tudo direito como o preconceito e o desprezo a cidadãos considerados inferiores, e qualquer ato de dominação e discriminação seja por etnia, ou nacionalidade, inclusive o que também é considerado uma violação pela Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos (Viena, 1993) que reconheceu formalmente a violência contra as mulheres como uma violação aos Direitos Humanos.
Se alguém segura uma corrente
para dominar e violentar outrem,
esse alguém esta acorrentado rente
ao mesmo do outro lado também.
Este post é a minha maneira de participar do Blog Action Day , uma iniciativa global que participo desde que começou em 2007: No ano passado o tema foi "The Power of WE"
Em 2011, o tema era ALIMENTO
Em 2010, nós falamos sobre um assunto muito sério : Porque água se torna vital
Em 2009, eu de alguma forma acabei falando dos "My Multimedia Books" ou seja "Meus Livros"
Em 2008 eu estava "combatendo a pobreza no mundo"
E o último como tambem o primeiro , mas não menos importante para arrebentar a boca do balaoAquecimento Global
"Memórias de uma amazona” é um relato sobre vidas passadas revelando mistérios e se resvalando sobre o reino do imaginário que desafia a humanidade para a visão de uma sociedade livre de preconceitos para a erradicação da raiz de problemas um tanto complexos. E que essa visão tanto beneficiaria a chegada de um tempo de paz entre tanta discórdia e desentendimento que aflige o mundo atual. Então, falar de direitos humanos, há um monte de erros para fazer tudo direito como o preconceito e o desprezo a cidadãos considerados inferiores, e qualquer ato de dominação e discriminação seja por etnia, ou nacionalidade, inclusive o que também é considerado uma violação pela Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos (Viena, 1993) que reconheceu formalmente a violência contra as mulheres como uma violação aos Direitos Humanos.
Se alguém segura uma corrente
para dominar e violentar outrem,
esse alguém esta acorrentado rente
ao mesmo do outro lado também.
Este post é a minha maneira de participar do Blog Action Day , uma iniciativa global que participo desde que começou em 2007: No ano passado o tema foi "The Power of WE"
Em 2011, o tema era ALIMENTO
Em 2010, nós falamos sobre um assunto muito sério : Porque água se torna vital
Em 2009, eu de alguma forma acabei falando dos "My Multimedia Books" ou seja "Meus Livros"
Em 2008 eu estava "combatendo a pobreza no mundo"
E o último como tambem o primeiro , mas não menos importante para arrebentar a boca do balaoAquecimento Global
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